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| © Arte/Agência Brasil |
A disputa pelo Governo do Distrito Federal será decidida no segundo turno entre Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT). Após a totalização de 100% das 6.969 seções, Celina terminou a primeira etapa na liderança, com 825.530 votos, equivalentes a 49,93% dos votos válidos.
Leandro Grass ficou em segundo lugar e também avançou para a votação decisiva. O candidato do PT recebeu 569.930 votos, ou 34,47% dos votos válidos. A vantagem de Celina foi de 255.600 votos, uma diferença de 15,46 pontos percentuais.
Celina Leão (PP)
825.530 votos
49,93% dos votos válidos
Leandro Grass (PT)
569.930 votos
34,47% dos votos válidos
| Seções totalizadas | Vantagem em votos | Vantagem percentual |
|---|---|---|
| 100% das 6.969 seções | 255.600 votos | 15,46 pontos percentuais |
Celina ficou perto do percentual exigido para definir a eleição já na primeira votação, mas não ultrapassou a metade dos votos válidos. Pela legislação eleitoral, uma candidatura ao governo precisa obter mais de 50% dos votos válidos para vencer no primeiro turno.
Como nenhuma candidatura alcançou esse patamar, a Justiça Eleitoral confirmou a realização de uma nova votação.
Celina avança em primeiro lugar
Com praticamente metade dos votos válidos contabilizados no Distrito Federal, Celina chega ao segundo turno na primeira colocação.
A governadora assumiu definitivamente o comando do GDF em 2026 e tenta continuar no Palácio do Buriti por meio de um mandato conquistado como cabeça de chapa.
Na votação deste domingo, a candidata do PP superou 825 mil votos e terminou 255,6 mil votos à frente de Grass. Apesar da vantagem, o resultado não atingiu o percentual necessário para encerrar a eleição na primeira etapa.
No segundo turno, a apuração é reiniciada. Vencerá o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos na nova votação.
Leandro Grass disputa novamente o Governo do DF
Com 34,47% dos votos válidos, Leandro Grass assegurou a segunda vaga. O petista já havia concorrido ao Governo do Distrito Federal nas eleições de 2022.
Grass retorna agora à fase decisiva para enfrentar Celina diretamente. A conclusão da totalização confirmou os dois finalistas após um primeiro turno que teve a participação de outros candidatos.
Campanhas buscam eleitores de candidaturas eliminadas
A definição dos finalistas altera o cenário da disputa. Entre os desafios de Celina e Grass estará a conquista dos eleitores que escolheram outros candidatos no primeiro turno.
Declarações de apoio e acordos entre partidos não provocam transferência automática de votos. Na etapa final, cada eleitor fará uma nova escolha entre os dois concorrentes que permaneceram na eleição.
Os posicionamentos de partidos e candidatos eliminados, no entanto, passam a fazer parte da articulação política das semanas seguintes. Essas manifestações poderão indicar como as forças que participaram do primeiro turno pretendem atuar na fase decisiva.
As campanhas também deverão direcionar suas estratégias aos eleitores que votaram em branco ou anularam o voto, além daqueles que não compareceram às urnas.
Diferença entre os finalistas foi de 255,6 mil votos
Os números do primeiro turno mostram Celina com 825.530 votos e Grass com 569.930. A diferença entre os dois foi de 255.600 votos.
Essa vantagem não é levada para a etapa seguinte. Os votos da primeira votação não são aproveitados nem transferidos, e o eleitorado retorna às urnas para decidir entre os dois finalistas.
Os resultados deste domingo indicam, portanto, o desempenho alcançado por cada candidatura no primeiro turno, mas não determinam o desfecho da nova votação.
Eleição para o Palácio do Buriti terá segundo turno
Encerrada a apuração, a disputa pelo Palácio do Buriti terminou o primeiro turno sem um vencedor. Celina Leão avançou na liderança, com 49,93% dos votos válidos, e Leandro Grass ficou com a segunda vaga ao registrar 34,47%.
A partir de agora, as duas campanhas entram em uma etapa restrita aos finalistas, com reorganização de alianças e busca pelo apoio dos eleitores que não votaram em Celina ou Grass na primeira fase.
O segundo turno definirá quem governará o Distrito Federal a partir de 2027.


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